terça-feira, 29 de novembro de 2016

Vento triste

O silêncio ecoa em mim.

Um vento triste sopra no meu rosto.

É de repente que tudo se vai.

Foi de repente que tudo se foi.

Cada instante, cada amor, cada pequeno momento que virou fumaça.

Tantos sonhos, tanta vida, tantos risos.

Não houve tempo para a despedida.

Talvez tudo possa ser explicado.

Mas, ainda assim, nada fará sentido.

2 comentários:

Gracita disse...

Muitas vezes é num sopro que se perde o essencial deixando somente saudades
Belíssimo poema! Parabéns
Um abraço

Bruno Mello Souza disse...

Obrigado, Gracita!

Abraços.