sábado, 5 de novembro de 2016

O conforto no meio dos confrontos

Nessa vida, tudo que se cruza acaba fazendo algum sentido para os nossos destinos.

O aconchego me levou a uma situação da qual eu não poderia voltar.

Encontrei o conforto no meio dos confrontos, deixei florescer o que de melhor eu tinha.

Nem tudo que se adia termina ou morre, eu sempre soube disso.

Em meio aos sorrisos dos quais nos privamos, a beleza da permanência deste carinho incurável.

Todo o tesouro guardado ainda voltaria a ter valor.

E nenhum brilho pode ser igualado ao daquele olhar que precede o auge do sentimento.

A despedida torna-se um doce até logo, envolta numa sublime aura que só os momentos mais especiais podem nos trazer.

Eu me eternizo naqueles minutos, e revivo aquela alegria impossível de conter.

Para onde iríamos talvez já não tivesse tanta importância.

Mas aquele querer estar perto, como extensão daquilo que de mais bonito já fomos, persiste.

Quando deixar de ser utopia, a felicidade será a mais querida visita em meu ser.   

2 comentários:

CÉU disse...

Olá, Bruno!

Como estás? Aqui, quase tudo normal.
Não necessitas agradecer as minhas visitas e comentários sobre teus posts, que constituem as tuas respostas. Só venho aqui, pke quero, e até k tu o permitas, obviamente, pois tu não chamas ninguém. Vives como pretendes, ou talvez não (isso de eu ter feito 2 anos de Psicologia, me dá, penso, visões, embora mínimas, das atitudes e comportamentos das pessoas).

Um belo e enigmático texto, bem (im)pessoal, ou talvez não, onde se fala de um sentimento, de uma situação ou situações vividas algures. Salamanca não te dá "paz", mas tudo é reversível, mesmo a morte, para quem crê.

Beijos e não te isoles tanto, apenas sugestão!

Bruno Mello Souza disse...

Agradeço sim, e vou agradecer sempre, Céu!

Beijos.