segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Calamidade

O assassinato a sangue frio de um jovem de 18 anos em pleno aeroporto é apenas o sintoma mais absurdo do estado de calamidade da segurança pública no Rio Grande do Sul e especialmente em Porto Alegre.

Enquanto perdurar tal calamidade, segurança tem de ser a prioridade absoluta de nossos governantes, de todos eles, inclusive da prefeitura.

O momento exige isso, exige ação firme e determinada. 

Não é o caso, mas mesmo que tivéssemos ótimas escolas e extraordinários e bem equipados hospitais, de nada adiantará se formos assassinados enquanto nos deslocamos até eles.

Chega de brincar de boneca.

A situação é insuportável, e pede pragmatismo.

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