quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Semelhanças e diferenças

Nos erros vão surgindo os caminhos.

Do avesso emergimos para a superfície.

Respirar pode ser bem mais simples.

Abrimos mão de certas coisas para poder agarrar outras.

Tantos estragos já foram feitos por aqueles que não sabem amar.

Uma simples canção me torna mais resistente.

Semelhanças e diferenças esboçam as possibilidades logo à frente.

Não existe nada para ser entendido enquanto se está vagando no escuro.

Ainda assim é dia lá fora, e ninguém me avisou.

O mais fácil dói menos, pulsa menos.

Somos prisioneiros atrás de grades que nós mesmos criamos.

Não há nada perdido, porque nada jamais nos pertenceu.

E nada jamais irá nos pertencer.

2 comentários:

CÉU disse...

Uma realidade que dói. Lindo o que tu escreves!

SANTO NATAL E BOM ANO DE 2016, BRUNO!

Beijos.

Bruno Mello Souza disse...

Obrigado, Céu!

Beijos.