domingo, 13 de dezembro de 2015

Nenhuma reação possível

Não encontrava nada do que era necessário.

E só no meio do caminho eu lembrei que não podia estar na rua.

Voltei a tempo de evitar a perda de tempo.

Mas quando tudo parecia se acalmar, estava de volta à rua.

Tanto caos sem motivo, nenhuma reação possível.

Ainda havia vida cambaleante, e eu fiquei incrédulo.

A dor física se dissolve no desespero emocional.

Terminei sem um lugar definido, mas bem onde eu queria.

Terminei bem onde queria, cercado por gente que eu não conhecia.

2 comentários:

CÉU disse...

Adoro controvérsias, desse tipo.

Boa semana, Bruno!

Beijos, menino!

Bruno Mello Souza disse...

Obrigado, Céu!

Beijos.