terça-feira, 17 de novembro de 2015

No travesseiro

No travesseiro, guarda seus anseios.

No travesseiro, guarda suas angústias.

No travesseiro, guarda suas lembranças.

No travesseiro, guarda seu dia.

No travesseiro, guarda seus sonhos.

No travesseiro, guarda sua vida.

E adormece.

2 comentários:

Safira Serene disse...

É bem assim, alguns segredos são inconfessáveis, os acomodamos em nosso travesseiro, ao deitarmos, esperamos que eles se se aquietem em nosso ser. Ótimo poema, gostei.

Um abraço.

Bruno Mello Souza disse...

Obrigado, Safira!

Abraço.