sábado, 14 de novembro de 2015

Grandezas evaporadas

Os dias correm sem que se possa agarrá-los com as mãos.

Há um silêncio ecoando em tudo que não se pode acompanhar.

Gente abjeta liquida esperanças, gente abjeta justifica tudo isso.

As grandezas se evaporam, diluídas pela dor.

Flexibilidades inventadas estão destruindo a alegria que restou.

E fazer de conta que há algo além do óbvio para se martirizar, é puro cinismo.

Assim são as vaidades que surgem como se fossem luzes a guiar.  

Mas alguns permanecem exalando um odor insuportável.

Não há nobreza nessas palavras, apenas desprezo.

Está tão escuro, uma onda suja tenta nos levar para as profundezas.

Mas resistimos, cravando nossos pés.

Não sabemos do amanhã, mas estamos olhando tudo da janela.

São muitas as mentiras de que havia um destino a se cumprir.

Não culpe a beleza do céu pela estupidez que tenta nos amordaçar.

As intenções estão apodrecidas, não há engano.

Não existe lição alguma, mesmo que alguém queira interpretar este velho papel.

2 comentários:

CÉU disse...

Há k continuar resistindo, pke eu creio k um dia, o bom senso e a inteligência vão se sobrepor, aliás irão dominar a bajulação, a estupidez e as grandezas balofas.

Bom domingo, Bruno!

Beijos.

Bruno Mello Souza disse...

Obrigado pela participação, Céu!

Bom fim de semana pra ti também!

Beijos.