sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Sopro de consciência

Fecho meus olhos e não descanso.

O despertar custa muito caro.

Viro um sopro de consciência.

Fico de cabeça para baixo.

A estática tenta tomar conta de tudo enquanto reluto para encontrar uma imagem.

E eu luto para não ser sugado novamente.

Abro bem meus olhos, estou de volta.

Mais uma vez não foi a última.

2 comentários:

CÉU disse...

Passamos a vida nesse descons(c)erto.

Beijos, Bruno!

Bruno Mello Souza disse...

Com certeza, Céu.

Beijos.