sábado, 29 de agosto de 2015

Flores mortas

Na mesa do bar, no meio da rua.

Na pista de dança, no pátio da escola.

No corredor do shopping, na frente do edifício.

Na parada de ônibus, no quarto cor-de-rosa.

Na casa de praia, no sofá da sala.

No quarto de hotel, na tela fria do computador.

No pico da montanha, no meio da multidão.

Na cama de casal, na folha cheia de palavras que nada dizem.

Na madrugada promissora, no torpedo do celular.

Na beira do rio, na padaria, com croissant e café com leite.

São tantos os amores esquecidos em gavetas, recordações em papel amarelado.

São tantas as flores que morreram, em buquês jogados em latas de lixo.

São tantas as vidas e histórias, de gente que cai e sofre, mas insiste em desistir de desistir...

2 comentários:

Gracita disse...

Oi Bruno
As flores podem morrer, nossos sonhos de amor perecer mas a esperança não nos deixa desistir
E vamos sonhar sempre!!
Uma bela semana para você
Beijos e carinhos

Bruno Mello Souza disse...

Obrigado, Gracita! Uma ótima semana pra ti também.