segunda-feira, 27 de julho de 2015

Só quero dormir

Flores e pétalas, só em música e poesia.

Não importa, eu só quero dormir.

Ilusões rasas, sonhos que nem foram sonhados.

Não importa, eu só quero dormir.

Passos sem rumo, perfume sem cheiro.

Não me importa, eu só quero dormir.

O tudo que vira nada, o dia que vira noite.

Não me importa, eu só quero dormir.

Um sentimento se desintegra no vazio.

Não me importa, eu só quero dormir.

Do sonho à vigília, indesejável chegada.

E eu só quero dormir.

Só quero dormir.

2 comentários:

CÉU disse...

Meter a cabeça na areia, como fazem as avestruzes, não sei se será solução, Bruno, mas poeticamente, tudo é possível.

Beijos e boa semana.

Bruno Mello Souza disse...

Obrigado pela visita, Céu!

Beijos.