terça-feira, 10 de março de 2015

Pequenas reflexões sobre a vida e a morte

Acontecimentos como este acidente de helicóptero que vitimou três atletas franceses (leia aqui e aqui) sempre me deixam pensativo.

A morte sempre me deixa assim, reflexivo.

Essa linha extremamente tênue que separa a vida da não-vida é cruel.

Quando ocorre com pessoas jovens como estes atletas, a Campeã Olímpica de natação Camille Muffat, o medalhista de boxe Alexis Vastine e a velejadora Florence Arthaud, fico mais impactado ainda. 

De algum modo, estamos expostos o tempo todo.

E aí sempre me pergunto: qual o sentido disso tudo? Para que serve a vida, essa coisa que nos ilude, nos envolve, e se acaba a qualquer momento, sem deixar qualquer explicação? O que é, de verdade, a vida, esse nada que é tudo o que temos?

Do que se trata isso que vemos, ouvimos, sentimos, cheiramos, degustamos, sabemos que existe, mas não sabemos exatamente do que se trata?

Fazemos planos, projetamos anos e anos em nossas mentes, mas na verdade, nem sabemos se amanhã estaremos vivos.

Sei que isso é clichê, mas o negócio é viver plenamente este exato segundo. Talvez ele seja o último que nos resta...

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