segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Ponto de partida

Ela levantou-se e sacudiu a poeira.

Mas logo caiu na lama.

Tudo é vexame, tudo é vergonha.

O julgamento chegou, você está bem no meio.

Estrelas caem do céu, mas você está cego.

Chegou a grande explosão, atordoante e libertadora.

Se houvesse chão, haveria restos nele.

Mas tudo se desintegra e se vai, sugado por um nada infinito.

Renasça, reviva, remorra.

Voltamos ao ponto de partida.

4 comentários:

Realidade Caótica disse...

Olá, Bruno.
Não conhecia ainda seu blog, mas gostei bastante. Sua escrita para poemas é muito boa, nos envolve a cada palavra lida.
Continue assim, até mais. http://realidadecaotica.blogspot.com.br/

Bruno Mello Souza disse...

Olá!

Que bom que gostaste! Estás convidado a voltar sempre!

Abraços.

Alan Calvin disse...

Adoro poemas e esse ficou liindo. ♥

http://katyperrymonitoracao.blogspot.com.br/

Bruno Mello Souza disse...

Oi, Alan!

Muito obrigado pela visita.

Volte sempre!

Abraços.