quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Looping

Foguete lançado, movimentos imprevisíveis.

Tremores e calafrios, a vida ficou tão pequena.

Não há amanhã, não há futuro enquanto a alma não descansa.

O limite da sanidade é uma linha tênue e imperceptível.

Looping interminável, hora que não passa.

Nenhuma ideia retida na mente, a lógica está mais aleatória do que nunca.

Realidade, delírio, realidade, delírio.

É reconfortante ver o sol entrando pela janela.

2 comentários:

Ritinha disse...

Caramba!!!
De pulos imensos a aterrisagens perfeitas... gostei desse jeito de descrever o que sente, palavras juntas em busca da realização de desejos.
legal!
bjs
Excelente final de semana
Ritinha

Bruno Mello Souza disse...

Muito obrigado pelas palavras, Ritinha!

Beijos, e ótimo fim de semana pra ti também.