sábado, 22 de junho de 2013

Brilhante, brilhante!

Veja que lindas palavras a sapiência veio me apresentar.

Aprendizado e deleite, quanto prazer e profundidade!

Brilho e mediocridade contrastando vidas vazias.

Caminhando quilômetros e voltando ao mesmo lugar.

Estamos no meio da farsa, aplaudindo o nada.

E me diga o que de melhor haverá no dia de amanhã.

Talvez eu pudesse responder, mas estou enjoado demais para isso.

Talvez eu pudesse me interessar, mas estou enojado demais para isso.

Revele!

Esconda!

Chame-me!

Expulse-me!

Vomite-me!

O jogo nunca acaba.

O jogo está perdido.

Mas alguém melhor se preocupará.

Não mais.

Há sempre uma substituição na planilha.

Não mais.

E ele lhe libertará de seu próprio destino.  

Não mais.

Fique aí mesmo, e aposte alguma moedinha para desencargo de consciência.

Nunca mais.

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