sábado, 27 de abril de 2013

Kurt

"(...) Era uma marginalização que sempre o acompanharia: associada a suas primeiras feridas emocionais, a experiência de ser rejeitado seria algo a que ele repetidamente retornaria, jamais conseguindo se libertar inteiramente do trauma. Ela ficaria ali, logo abaixo da superfície, uma dor que cobriria o resto da sua vida com o medo da carência. Jamais poderia haver dinheiro suficiente, atenção suficiente ou - o mais importante - amor suficiente, porque ele sabia com que rapidez este podia desaparecer completamente."

(CROSS, Charles R. Mais pesado que o céu: uma biografia de Kurt Cobain. São Paulo: Globo, 2002.)  

2 comentários:

B. disse...

Curioso hein? Saber o que se passa na cabeça e no interior deste gigante!

Bruno Mello Souza disse...

Oi, B.!

Muito obrigado pela participação!

Beijos.