sábado, 27 de outubro de 2012

Carpinejar fala sobre venda de virgindade

- Amigos do DC, estamos aqui mais uma vez com o Carpinejar, que hoje vai falar um pouco sobre a brasileira que vendeu a virgindade. Carpinejar, o que você acha desse tipo de ideia?
- Vender. Venda. Castelo de areia que se desmancha. Grito que não se propaga. Chama que não se acende. Falta de ar. Ar, que é um sussurro perdido em meio à floresta.
- Sim... Não deixa de ser um leilão bastante curioso, né?
- Leilão. Leila que tomou anabolizante. Leilinha. Linha. Telefone. Chamada não atendida. Ocupado. Que é o disponível que se esqueceu de se disponibilizar. 
- Uhum... E acabou sendo um japonês o sujeito que comprou a primeira vez da moça...
- Japonês. Japão. Haja pão. Cacetinho. Que é o baguete que saiu da piscina. Fome que bate no meio da tarde. Estômago canalha. Canalha, que não é cafajeste. É canalha. Como uma lambida em um sorvete napolitano.
- Ok... Bom... Mais uma vez, valeu pela contribuição, Carpinejar!
- Valeu. Valer. Validade. Lasanha vencida. Dor de estômago que desperta no meio da noite. Âmago do amanhecer. Manhã, que é a noite que bateu o ponto e foi embora.

2 comentários:

Lívia disse...

Adoro ver o Carpinejar por aqui!
Ele é um querido! Lindo irá ficar quando operar o nariz, em 20 de novembro/2012! rs'
Um beijo!

Bruno Mello Souza disse...

O "lindo" é completamente por tua conta, Lívia!

Beijos.