segunda-feira, 20 de junho de 2011

Do topo ao abismo

Eis uma trupe que pensa que chegou ao topo.
Perseguiram o auge, mas agora não sabem o que fazer.
Festejam sua pobreza de espírito.
Apenas limpem a sujeira que fizerem.

O acordo está fechado, mãos sem valor se cumprimentam.
Me orgulho de nunca ter entrado nesse jogo.
Vejo os lados bem definidos, cada vez mais.
Mas eles tentam levar mais gente para seu inferno particular.

Sociedade na privada, seita das trevas.
Lambuzam-se com o sangue e a dor alheia.
Chegou a hora de atear fogo nessa casa das profundezas.
Dedico este momento àqueles que morreram por causa disso.

Agora eles estão desesperados, era muito fácil cair.
Beijam o abismo, lambem o chão.
Nenhum esforço foi necessário.
Um pequeno mensageiro avisa que finalmente estamos livres.


2 comentários:

♥ Evelin Pinheiro ♥ disse...

Oii!
Vim visitar o seu blog e gostei muito.
Vc escreve muito bem. Seus poemas são reais e tocantes!
Parabéns!
Quando tiver um tempo me visite também.
Abraço

http://evesimplesassim.blogspot.com/

Bruno Mello Souza disse...

Oi Evelin!

Muito obrigado pelos elogios.

Volte sempre!

Abraço!