quarta-feira, 13 de abril de 2011

Um coqueiro...

Mexa no seu brinquedinho, garoto.
Você é o orgulho do papai.
Por isso está aí olhando todos de cima.
É insegurança esse seu jeito estúpido de ser?

Mostre o tanto que você sabe.
Quando apodrecer não valerá nada.
Finja que está acima do bem e do mal.
Saia correndo como um bebezão quando for contrariado.

Ele pensa que sabe por que nasceu.
Nunca terá nada por que morrer.
É tão escasso e tão pequeno em seus objetivos óbvios.
Ele é o que o mundo quer dele, sem vontade própria.

Apenas rio disso, e levo no deboche.
Ele é engraçado, minha chacota favorita.
Uma merda que se olha no espelho e vê sorvete de chocolate.
Ele fede a esgoto.

Vive sua própria fraude.
Está na crista da onda, e esquece que pode se afogar.
Está cercado, vai chamar alguém pra lhe salvar?
Risos, risos, risos, e ele está metralhado na alma.

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