quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Pra lavar a alma (sem sabão, é verdade)

Boa atuação do Inter. Vitória. 4 a 0 no Jaguares. Não é da Bolívia. É do México. Merece respeito. Times mexicanos já incomodaram. Chivas, Tigres, Cruz Azul... Boas campanhas em Libertadores. Semifinais, finais... Pachuca, Campeão da Sul-Americana, frequentador de Mundiais Interclubes. O futebol mexicano não é bobo. Como o boliviano é. Né, Oriente Petrolero?

E Bolatti, hein? Nem tinha estreiado no Inter, e eu já dizia que era baita reforço (http://dilemascotidianos.blogspot.com/2011/02/bolatti.html). Elegante. Bom passe. Marca bem sem fazer faltas. E faz gols. Hoje, fez dois. Contra o Emelec já tinha guardado o dele. Volante. Primeiro volante. Artilheiro colorado na Libertadores. Grande jogador. Um Sandro com pedigree. Já se pagou.

Damião, por sua vez, é um senhor centroavante. Mas, mais do que isso, me tocou a comemoração dele no gol marcado. Foi lindo. Talvez eu seja um último romântico do futebol. Mas achei inesquecível o gesto de Damião, beijando entusiasticamente o escudo colorado fixado atrás do gol.

Ainda teve o gol de Oscar. Jovem talento. Não brilhou no Brasil sub-20. Mas, dane-se a seleção. Que brilhe no colorado!

Menção honrosa ainda para Lauro. Fez grandes defesas. Passou segurança para a torcida.

E Roth, o treinador, tem sua trégua. Importante trégua, e inevitável. Até quando vai durar? Não sei. No mínimo, enquanto não fizer bobagens. Espero que não as faça, pelo menos até o final da Libertadores. De preferência, com o Tri no armário. Depois, pode até escalar o Nei de centroavante... Desde que não seja numa semifinal de Mundial, é claro...

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