sábado, 2 de janeiro de 2010

Ano novo

Passei um bom ano novo. No litoral gaúcho, mais especificamente em Cidreira, me reuni com alguns amigos em uma casa por eles alugada. É claro, houve contra-tempos. Ô, se houve.

Logo no dia 30, jogando futebol à beira-mar, pisei num prego enferrujado, de uma tábua que alguma mente brilhante deixou no meio da areia. Tome posto de saúde, demora no atendimento, e nada de vacina anti-tetânica, que mandaram que eu fizesse quando voltasse a Porto Alegre. Tudo o que fizeram foi abrir o pé para limpar o sangue.

Passei o reveillon tomando antibiótico e anti-inflamatório, não podendo, assim, beber. Entretanto, no dia primeiro abri mão dos remédios para tomar um gorozito básico, regado a vodka, cerveja e vinho.

Outro contratempo absurdo é a falta de terminais bancários na cidade de Cidreira. Banco do Brasil, por exemplo, só no Mercado Asun. No dia primeiro, com o Asun fechado, fiquei impossibilitado de sacar dinheiro. É lamentável que uma praia da dimensão que Cidreira tem no litoral gaúcho apresente problemas tão graves de infra-estrutura.

Apesar de tudo isso, valeu muito a pena. Recarreguei as turbinas, e estou pronto para os desafios do novo ano. Estamos, pois, em 2010.

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