domingo, 22 de novembro de 2009

Inter x Atlético Mineiro: o jogo mais importante de 2010

Não, caros leitores, eu não estou maluco, nem tampouco errei na digitação do título desse texto. O jogo dessa noite entre Inter e Atlético é o jogo mais importante de 2010. É hoje que vai se traçar o ano que vem do clube vermelho e branco. Ou vamos para a Libertadores da América, ou vamos para a Copa do Brasil, jogar contra potências como Rondonópolis, Anapolina, Joinville e CRB de Alagoas.

É decisivo, sim. Vencendo, ou até mesmo empatando, graças ao empate do Cruzeiro ontem, o time colorado estará na próxima Libertadores. Claro, parto da premissa de que é obrigação absoluta ganhar do Sport rebaixado na Ilha do Retiro, no Beira-Rio, na Bombonera ou no Santiago Bernabeu. E depois, no Gigante, contra o provavelmente também rebaixado time de masters do Santo André, nem falo.

Mas para isso, teremos de ver um time corajoso, disposto, com espírito de final no Mineirão. Hoje, os fracos, cagalhões e pusilânimes não tem vez. É jogo pra macho. Como diria o pastor, filósofo e garoto-propaganda do Grecin 2000 Tite, é jogo pra quem tem cabelo no peito. Se tem neguinho a fim de só aparecer pras "Orópia", que nem se habilite a jogar (viu, seu Sandro?): inventa uma dor de cabeça, uma unha encravada ou um prurido anal incontrolável. Mas postura desinteressada, ninguém que adentre o gramado na partida de hoje pode ter. É o Inter. É pelo Inter. Só pelo Inter.

E não esqueçamos: do outro lado está o Rubinho Barrichello dos treinadores, Celso Roth, com sua carinha de galã bizarro de filme pornô. Eu sei, eu sei que o nosso treinador, Mário Sérgio, também não passa de um Fisichella pilotando uma Ferrari 2009. O Inter realmente tá com um jeitão de Ferrari 2009: grande, forte, respeitável, mas irregular, instável, sem o acerto ideal, meio rengue-rengue. Mas hoje, como diria o pai do Cacá Bueno, é dia de colocar a faca entre os dentes e partir pra cima.

Claro, com suficiente consciência para não bater na traseira de uma Force Índia qualquer e liquidar com a nossa corrida. Digo, partida.

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