quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Já era

Já era. Hoje aconteceu o óbvio. O Inter perdeu, merecidamente, para o não mais que mediano time da Universidad do Chile. O colorado não quis ganhar. Quem quer ganhar, não põe time misto pra decidir vaga em competição continental. Quem quer ganhar, não escala um meio campo com três primeiros volantes.

Da partida de hoje, salvam-se as almas de Sorondo e Guiñazu. Somente, e tão somente estes dois. O resto, recolhe tudo e joga no lixo. Culpa deles? Não necessariamente. A culpa é de quem fez essa meleca toda, esse Deus-nos-acuda que liquida o time coletivamente e faz as individualidades naufragarem tal qual um Titenic, digo, um Titanic, depois de tocar um iceberg no meio do oceano. Leonardo Di Caprio pra centroavante!

Algumas afirmações tem que ser feitas. Lauro, nos confrontos com a Universidad, tomou dois gols defensáveis. Mas ainda tem crédito. Marcelo Cordeiro... É Marcelo Cordeiro. Talvez eu já tenha dito isso antes, mas não custa nada enfatizar novamente. Nunca será mais do que Marcelo Cordeiro. Nasceu Marcelo Cordeiro e morrerá Marcelo Cordeiro. Maycon é o símbolo maior da verdadeira paçoca mental que apossou a cabeça do tio Adenor. Quando Maycon, o velho e limitadíííííííííííííssimo Maycon vira solução tática, é sinal que a coisa tá feia. Mais feia que a Susan Boyle chupando manga. Andrezinho foi tecnicamente ridículo. Ri-dí-cu-lo. E o ataque, liderado pelo Alecbrahimovic, não assustaria nem uma zaga de Ediglê e Rafael Santos.

Está dito tudo? Não, não está. Tenho mais cinco coisas importantíssimas a dizer. Em primeiro lugar, Bolívar não é lateral direito. Em segundo lugar, Bolívar não é lateral direito. Em terceiro lugar, Bolívar não é lateral direito. Em quarto lugar, Bolívar não é lateral direito. E em quinto lugar, o Inter não pega nem vaga na Libertadores.

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