domingo, 1 de fevereiro de 2009

Morte no hospital

O conto que vem a seguir é baseado em um sonho bizarro que tive essa noite. Meu "papel" era o do personagem Roberto. Claro, tive que dar uma incrementada na história, e também tive que criar o final, vocês verão por quê. É uma história forte, por isso, já aviso de antemão, que quem achar que não deve ler, que talvez possa se chocar, deve parar por aqui.
Em um certo hospital trabalhavam na mesma unidade três pessoas. As três com peculiaridades. em seus relacionamentos entre si. Roberto e Carla eram amigos bastante próximos. Tal amizade era realmente um laço forte. Ambos tinham uma relação de tolerância com Cristina, que era enfermeira. Os outros dois eram médicos. Carla e Cristina tinham uma relação bastante hostil, e Roberto tinha uma maior afinidade com Carla. Com Cristina, havia cumprimentos, uma certa convivência inerente à profissão. Só.
E Cristina tinha muita raiva de Carla. Uma raiva enfurecida e contida. Carla não percebia tal fúria. Percebia a atmosfera negativa. Mas não se dava conta. E assim os dias passavam. Até que num dia, Cristina teve uma idéia mirabolante e diabólica. Juntamente com outro enfermeiro, Raul, em um momento de pouco movimento na unidade, já no final da noite, trancou Carla e Roberto em uma sala. Raul era uma espécie de "assistente". E Cristina começou a sessão de tortura. Com Roberto. Roberto seria uma cobaia. Nele seriam testados os mecanismos possíveis para a morte dolorosa de Carla. Primeiramente, Cristina pediu que Raul pegasse uma agulha de injeção. Roberto, amarrado, implorava clemência. Em vão. Raul, sorrindo, cravou a agulha, e arrastou-a pela pele de Roberto. Claro, doeu um pouco, mas não o suficiente. Matar também parecia impossível com aquela reles agulha. Carla assistia à cena perplexa, amarrada do outro lado da sala. A próxima ferramenta seria um prego, com um martelo. Roberto lacrimejava, gritava feito porco à beira da morte. Raul martelava o prego no braço direito de Roberto, que chorava copiosamente, perguntava o que havia feito, por que aquilo estava acontecendo. Mas era tolice fazer qualquer pergunta. Cristina pediu a Raul que pegasse a faca. A faca não haveria de perdoar. E com a faca, Raul cortava Roberto, também com certa dose de prazer sádico. Cortou um braço, depois outro, e o sangue escorria. Finalizou separando o corpo em duas partes, em um corte apenas, na altura do estômago.
Era a faca. Teria de ser a faca. Era chegada a hora de Carla. Cristina pediu que Raul se retirasse da sala. A partir daí, somente se divertiu. Membro a membro, desfiava Carla, já desnudada pela enfemeira, que chorava demais, e sabia não ter outro destino que não fosse a dor e a morte. Braços, pernas, cada detalhe do corpo de Carla era destruído com aquela faca, e o sangue encharcava a sala e a roupa branca de Cristina. Carla morrera, com o pânico desenhado em seus olhos. E Cristina ria enlouquecidamente. Saiu correndo porta a fora do hospital, ria, ria, ria, e atirou-se maravilhada no gramado à frente do hospital, onde deitou. E dormiu ali mesmo, feliz, satifeita, embriagada de alegria.

Um comentário:

cleuzavaleria disse...

oi bruno ,to de volta e q filme de terror,parece q ja vi a cena!!!!!bj